Escreve-me uma carta de amor (ou não)

“Foi em Setembro que te conheci”. A frase é de uma das músicas românticas portuguesas mais famosas e pode aplicar-se a nós. De facto, faz este mês 20 anos que nos conhecemos. Bem… nem todos, mas a maioria dos que estão a ler este texto.

Foi em Setembro de 1996 que apareci pela primeira vez na caixa do correio dos golpilheirenses. E também dos barreirenses, pois na altura chamava-me “Das DuasUma” e servia as duas freguesias. Mas, desde 2001, o nome de Jornal da Golpilheira assentou-me que nem uma luva.

A nossa relação tem sido fiel e constante, mês após mês. Nem sempre nos falamos, mas vou cumprindo o meu compromisso de te dar notícias e procuro estar atento ao que me dizes e ao que fazes. Às vezes levo-te notícias tristes, mas procuro sempre oferecer-te as melhores e mais alegres novidades. Às vezes meto-me contigo, puxo-te as orelhas e posso até dizer alguma ou outra coisa inconveniente, mas acredita que te respeito muito e, no fundo, é por causa de ti que existo. Posso mesmo dizer que… te amo!

Bem, como sabes, em Setembro foi o meu número 0 e, portanto, é em Outubro que fazemos a festa. Nada de arromba, mas apenas um sorriso a comemorar estes 20 anos de vida em comum. E é sobre isso que queria falar contigo. Quero pedir-te que, desta vez, sejas tu a escrever-me. Gostava de receber uma carta de amor tua. Ou apenas uma carta a dizeres-me o que pensas de mim, o que mais gostas, o que preferias não ver em mim, o que desejas que melhore.

Portanto, fico a aguardar, até ao dia 18 deste mês de Outubro. Podes enviar a tua carta para o email geral@jornaldagolpilheira.pt, ou colocá-la na caixa que está no bar do Centro Recreativo, ou enviar para Rua do Baçairo, 856 – 2440-234 Golpilheira. A tua carta poderá, depois, ser metida aqui nas minhas páginas.

Então, até já, caro leitor,

O Jornal da Golpilheira

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