>GNR apresenta meios de defesa da floresta

>GNR apresenta meios de defesa da floresta

>Ministro da Administração Interna na Batalha

O Mosteiro da Batalha serviu de cenário, no passado dia 14 de Maio, para a apresentação pública dos meios humanos e materiais do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional Republicana (GNR). Trata-se de um dispositivo destacado para a defesa da floresta contra incêndios, designadamente nas áreas da fiscalização, vigilância, detecção e alerta, que conta com cerca de 670 militares espalhados por todo o País.
Nesta vistosa parada, que contou com a presença do ministro da Administração Interna, Rui Carlos Pereira, mostraram-se os 70 destes militares que integram o GIPS para o distrito de Leiria, repartido pelas bases de comando de Pombal, Figueiró dos Vinhos e a agora inaugurada base de reserva de Alcaria, em Porto de Mós. Segundo o tenente-coronel António Paixão, comandante nacional do GIPS, esta nova base de Alcaria “servirá para aumentar a capacidade de resposta no combate aos fogos florestais no Distrito”, procurando manter ou melhorar a “taxa de sucesso de 98%” registada no ano transacto.
Também o ministro salientou a aposta do executivo no combate aos incêndios, apontando para a cobertura integral do País, ou com os GIPS (em 11 distritos) ou com bombeiros canarinhos (em 7 distritos), como meios de ajuda profissional ao importante trabalho dos bombeiros voluntários que “têm uma maior proximidade com as populações”. Só com o esforço conjugado destas equipas, das câmaras municipais e dos cidadãos será possível o sucesso da prevenção, defendeu o governante, destacando a importância do lema “Portugal sem fogos depende de todos” para que “as pessoas entendam o valor da floresta como um bem unitário, ambiental e económico da maior importância, tenham atitudes responsáveis e evitem comportamentos negligentes”, como fumar nas matas, fazer fogueiras em piqueniques ou queimadas ilegais.
Ainda no âmbito das parcerias, Rui Pereira referiu a colaboração com algumas universidades, no sentido de encontrar “novas respostas tecnológicas em matéria de segurança interna e protecção civil”, a par de metodologias já existentes, de comprovada eficácia, como é o caso das torres de vigia. Antes de partir, precisamente, para a visita a uma dessas torres de vigia, na Serra da Maunça, concelho da Batalha, o ministro defendeu que esse é um tipo de infra-estruturas onde pretende continuar a investir, dada a “experiência de nelas se conseguir detectar precocemente alguns fogos florestais” e o consequente “combate rápido e eficaz”.
LMF

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