>Celeiro contesta nó do IC9

>Celeiro contesta nó do IC9

>Assembleia Municipal voltou ao assunto…

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A população do Celeiro parece condenada a receber problemas. Foi isso mesmo que fizeram questão de manifestar os residentes, numa marcha de protesto realizada no dia 4 de Fevereiro, que juntou algumas dezenas de pessoas. Depois de todos os protestos relativos à ampliação e novas linhas de muito alta tensão eléctrica, surgiu agora a notícia de que o nó de ligação do futuro IC9 à estrada nacional 356, naquela localidade, sofreu algumas alterações que implicarão destruição de algumas casas e efeitos nocivos noutras. Com cartazes a acusar “isto é uma vergonha” e a pedir “salvem o Celeiro”, os populares defendem o regresso ao projecto inicial, que consideram menos intrusivo.
Também a Câmara da Batalha corrobora estas preocupações e promoveu uma reunião com responsáveis da “Estradas de Portugal” (EP), logo no dia 6, levando algumas pessoas do Celeiro, para solicitar o reavaliar de algumas soluções. Segundo António Lucas, presidente da autarquia, a EP “mostrou disponibilidade para minimizar os impactos assinalados e aceitar algumas reivindicações da população, nomeadamente quanto à destruição de habitações”. Ainda assim, o autarca não trouxe respostas definitivas acerca do assunto e acrescenta que será difícil chegar a um consenso, já que “há pessoas com opiniões diferentes quanto ao traçado, procurando apenas a defesa das suas situações particulares”. A posição do Município, salientou António Lucas, é “procurar a solução pelo bem comum, que provoque menos impactos para a maioria das pessoas, já que será impossível satisfazer a vontade de cada um”.
Na última sessão da Assembleia Municipal da Batalha, dia 22 de Fevereiro, o assunto do Celeiro voltou a ser debatido, com alguns deputados municipais a manifestarem solidariedade para com as pessoas mais afectadas e a solicitarem esclarecimentos sobre o andamento dos processos. Na presença de alguns moradores locais, que ali se deslocaram para lembrar as suas preocupações, o presidente da autarquia esclareceu que, após a reunião de 6 de Fevereiro, ainda aguarda a resposta da EP, esperando que sejam notícias positivas. Já quanto às linhas de alta tensão, “as pressões para minimizar impactos vão continuar, esperando-se que a nova legislação entretanto aprovada também venha contribuir para isso”.
LMF

Deputado batalhense exige respostas do Governo
Nó do IC9 e requalificação de escolas

A propósito do nó de acesso ao IC 9 na localidade do Celeiro, o deputado batalhense Paulo Batista Santos apresentou no Parlamento um pedido de esclarecimento ao Governo sobre os “fundamentos técnicos da opção tomada”. Considerando que este é um “objectivo estruturante para o desenvolvimento da região” e que “a Câmara Municipal da Batalha, desde 1995, tem vindo a proteger corredores destinados à construção do IC 9, tendo por base vários estudos técnicos que fora consensualizados com as entidades competentes e constituindo um opção mais económica e com reduzidos impactos junto das populações”, pergunta o que levou o Governo a não seguir a solução proposta pela autarquia e a optar por outra que “gera elevados danos patrimoniais e ambientes que estão a ser ignorados”.
Também a deputada Assunção Cristas, eleita do CDS/PP pelo círculo de Leiria, apresentou um requerimento no Parlamento em termos semelhantes.

Obras nas escolas da Batalha
O deputado Paulo Batista apresentou também na Assembleia da República um outro requerimento a solicitar esclarecimentos sobre o andamento do projecto conjunto de requalificação da Escola Secundária com 3.º Ciclo, da Escola Básica Mouzinho de Albuquerque e da Escola Profissional de Artes e Ofícios Tradicionais da Batalha. Manifestando-se “preocupado com o andamento do processo”, o parlamentar batalhense solicita ao Ministério da Educação, liderado por Isabel Alçada, “um conjunto de informações quanto à actual configuração do projecto, à respectiva fundamentação técnico-pedagógica, bem como sobre os pareceres dos órgãos de gestão das Escolas e das respectivas Associações de Pais e Encarregados de Educação”.
Segundo a lei, o Governo tem agora 30 dias para responder a estes requerimentos.

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2 Comments

  1. >Será esta, uma notícia acerca do deputado Batalhense?!Pensava (aparentemente de forma errada) que fosse acerca da população do Celeiro!!!!É que, pelo que sei, não foi apenas o deputado batalhense a questionar o Governo acerca destes assuntos!!

  2. >Caro Paulo,Parece-me óbvia a temática central e principal da notícia. Como poderá confirmar na edição em papel, a questão do requerimento do deputado da Batalha é uma caixa da notícia principal.Lendo a referida caixa, também se afirma que não foi só este deputado do PSD, mas também outra do CDS a apresentar a questão ao Governo. Mas este foi o primeiro e, além disso, é da Batalha. Para um jornal do Concelho da Batalha, parece-me também óbvia a distinção.

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