GOLPILHEIRA PREPARA-SE PARA A NOVA ÉPOCA DESPORTIVA

GOLPILHEIRA PREPARA-SE PARA A NOVA ÉPOCA DESPORTIVA

O desporto jovem foi adiado após a pandemia covid-19, mas o CRG – Centro Recreativo da Golpilheira – assume-se como uma referência na formação de jovens atletas.

Cristiano Dinis, coordenador e treinador de futsal do CRG respondeu a algumas perguntas do Jornal da Golpilheira.

Novos desafios para o Centro Recreativo da Golpilheira, este é um futuro risonho que têm pela frente?

Pode dizer-se que sim. Um futuro que se avizinha bastante ambicioso e desafiante, não só para o clube como também na relação com a comunidade local, a nível desportivo e social.

Após a pandemia, como é que vão reinventar e estruturar os escalões de formação?

Com a pandemia perderam-se as equipas de futsal formação que tínhamos, desistiram atletas da terra, perderam-se vínculos.

A aposta na formação é claramente um dos desafios do Centro Recreativo da Golpilheira. Este ano, decidimos recuperar e reconstruir o que se perdeu. Já iniciámos o projecto com treinos de captação local, onde as idas às escolas ajudaram a promover a iniciativa de relançar o futsal no clube. Enalteceu-se também, junto dos mais novos, a importância que estes têm no desenvolvimento desportivo e social.

Era tudo uma incógnita quanto aos atletas que poderiam aparecer, mas o facto é que a adesão foi tal que conseguimos criar, pelo menos, 2 escalões de formação. 

Este é um chamamento do Centro Recreativo para que os jovens venham e experimentem?

Claro! Todos os jovens que se queiram divertir, aprender e que se sintam bem no clube são sempre bem-vindos. Não só podem experimentar o futsal, como todas as actividades/modalidades que o Centro Recreativo possibilita.

Como se pode transformar uma modalidade de competição num conjunto de regras entre jovens?

Competição não diria, para já.  Acima de tudo, uma modalidade onde possam aprender, divertir-se, conviver e criar laços entre si.
A maior parte destes jovens já criaram vínculos entre eles, quer a nível escolar, quer pela interacção e convívio que identifica a Golpilheira. Por exemplo, aos fins de semana, depois da hora de jantar, estes jovens encontram-se, brincam, convivem e preenchem a rua do pavilhão com brincadeiras e gargalhadas. Puro bairrismo!
Estes vínculos favorecem o respeito e a aceitação, tornando mais fácil a adaptação das regras ao contexto da modalidade.

O centro Recreativo da Golpilheira pretende crescer nesta época? De que forma?

Pretende crescer, claro!

O projeto do Centro Recreativo está direcionado principalmente para as relações humanas existentes entre o clube e a comunidade local (não colocando em causa outros objetivos estabelecidos). Neste caso, entre o futsal e as pessoas da terra.

Uma das formas de impulsionar o projecto é através do acompanhamento e da participação dos atletas, dos pais e dos simpatizantes do Clube. Estas relações ditam uma maior afinidade com o clube e do clube para com a terra, ajudando-se mutuamente.  

Qual será o vosso principal trabalho neste crescimento?

Será, principalmente, incentivar a adesão das pessoas ao clube e vice versa. Permitir e estimular a participação activa da comunidade no CRG, de forma a que todos se possam sentir úteis e, ao mesmo tempo, interferir de forma positiva no crescimento local, quer ao nível do desporto, quer da cultura. 

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