>Estalagem da Batalha reabre

>Estalagem da Batalha reabre

>Com raízes que se estendem à tradição da hotelaria ancestral da Batalha e implantada junto ao Mosteiro desde 1972, a Estalagem Mestre Afonso Domingues foi alvo de uma recente remodelação por parte dos seus proprietários, engenheiro António de Almeida Monteiro e esposa Maria Cândida, que agora voltaram a assumir os comandos desta unidade, depois de uma longa experiência de concessão à ENATUR / Pousadas de Portugal.
A reinauguração do espaço foi oficializada, no passado dia 13, numa sessão que contou com a presença do presidente da autarquia batalhense, de presidente da Região de Turismo Leiria-Fátima, do representante do Governador Civil e de outras personalidades ligadas à história desta casa de hospedagem. O proprietário lembrou alguns dos momentos mais significativos do seu passado, mas apontou sobretudo para a necessidade de se investir no futuro, numa filosofia turística que assentará necessariamente na trilogia: mosteiro / vila heróica / batalhenses. “A vila tem de ser a moldura bem viva deste monumento e os batalhenses terão de ser a alma da vila, pela sua simpatia e capacidade inventiva de acolhimento”, defendeu António Monteiro, afirmando que só nesse contexto valerá a pena o investimento e outros que se venham a fazer em prol do turismo regional.
Procurando responder às mais recentes normas de qualidade e tecnologia, o edifício sofreu a substituição das redes de electricidade, climatização, comunicações, televisão e Internet, bem como de remodelação interior e decoração de espaços. Dotada com 22 quartos, dos quais duas suites e um preparado especialmente para deficientes, a estalagem está actualmente numa fase de “contacto com agências, procura de mercados e experiência de funcionamento”, como revelou Sofia Ligeiro, gerente do empreendimento que emprega 16 pessoas, adiantando que “temos consciência de algumas dificuldades iniciais, mas confiamos no futuro, sobretudo quanto à resposta do mercado nacional, dado o grande número de visitantes que o Mosteiro recebe diariamente”.
O público-alvo durante os últimos anos de concessão era a classe média/alta, mas essa é uma realidade que “sem baixarmos a qualidade queremos também alterar, possibilitando a estadia a preços mais acessíveis, a rondar a média dos 60 euros”, afirma esta responsável. A mais-valia, assegura, é “o ambiente familiar que proporcionamos, em que o cliente não é tratado como um número, mas sim pelo nome próprio”.
LMF

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