>EDITORIAL | O fim do mundo… ou não

>EDITORIAL | O fim do mundo… ou não

>Este ano de 2009 entrou-nos pela vida adentro de forma quase dramática. Os avisos à navegação vêm de todos os quadrantes, da política à economia, dos empregados aos patrões, dos Estados Unidos à China. O nosso pobre Portugal apresenta-se submergido numa onde gigante de problemas que vêm lá de fora – diz o Governo – ou que germinam cá dentro – garante a oposição. Com tantos sinais de alarme, causados por esta mãe de todas as crises, parece que o mundo vai desabar e nós estamos condenados a levar com os destroços na cabeça. Resta-nos, portanto, cruzar os braços e esperar a catástrofe.
Ou então, resta-nos a outra opção. Perante a perspectiva das nuvens negras, aproveitar para abrir as janelas a cada pequena abertura do sol. Perante a proximidade do abismo, ter a precaução de fixar os pés na rocha firme e dar o passo seguinte no sentido seguro. Que é como quem diz: perante tanto pessimismo, não desistir de acreditar, arregaçar as mangas e trabalhar ainda com mais garra para que os problemas se resolvam. Sem ilusões, que isto não está fácil, mas com optimismo.
Por cá, podemos dizer que ano entrou com sinal positivo. Duas das estruturas mais necessárias e esperadas começam a tomar forma. A sede da Junta de Freguesia já se vê e o pavilhão gimnodesportivo está em vias de financiamento, o que aponta para a melhoria das nossas condições sociais e qualidade de vida. E também noutros sectores haveremos de descobrir razões para a confiança no futuro. Portanto, bem-vindo 2009!

PS – Não conhecíamos o programa do Natal das escolas antes da edição de Dezembro, nem quem preparou a festa podia adivinhar o que iríamos escrever no editorial, mas até parece que foi combinado. Em resposta ao nosso desabafo, finalmente, uma festa de Natal em que se falou de Jesus! E não foi nada menos divertida do que as outras… antes pelo contrário. Tal como também não chocou nada aparecer no final a figura do pai natal a dar prendas aos meninos. Foi uma prova de que todos os símbolos do imaginário infantil podem conviver. A este propósito, um aplauso também para a mensagem que a Câmara da Batalha publicou no livrinho que deu às crianças. Quem não leu, procure ler: vale a pena!

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