>Lágrimas de pranto

>Lágrimas de pranto

>Borboleta que voas triste Sobre as madrugadas
E as flores silvestres
Encontram-se na mesma agonia
Animais e as aves, pobres coitadas.
No coração, algo fica a pensar
Não é só a natureza que faz tempestades,
Ao olhar para a televisão,
E oiço o noticiário, acredito
Que há gente com muita maldade.
Crianças, velhinhos
E doentes, dão que pensar!
Falta-nos o ar
Para o oxigénio receber,
Nos hospitais é só entradas
Para os médicos os aflitos socorrerem.
Numa parte do mundo
é calor imenso e tudo arder,
Desespero, desgostos, feridos,
Mortes e aflições,
Noutra parte, só chove,
Está tudo a morrer.
Meu Deus Infinito
O que irá mais acontecer?
Todos somos seres humanos;
Muitos já pensaram
No que andam a fazer?
A atmosfera está doente
Por tanta crueldade fazerem.
Cremilde Monteiro

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