Regresso às aulas na Golpilheira

Regresso às aulas na Golpilheira

Há alguns anos que temos acompanhado o regresso às aulas na nossa freguesia, visitando o Jardim-de-Infância e a Escola do Paço para ver como estão os meninos e meninas depois das férias e para registar a composição das diversas turmas.
Este ano foi um pouco diferente… não fizemos a visita, devido às limitações trazidas por esta pandemia, mas pedimos às educadoras e professores que fizessem as fotos e nos enviassem algumas informações. Assim, podemos partilhar com os leitores estas informações.
Depois de uma longa ausência, praticamente desde Março, voltaram as aulas presenciais e o contacto (ainda que muito limitado) com os professores e amigos. Novas regras de higiene, muitos cuidados para evitar uma possível transmissão do vírus, distanciamento forçado… são exigências que, se aos adultos são penosas, muito mais difíceis são de compreender e de cumprir pelas crianças. Todos vamos tentar cumprir, para obedecer às directivas das autoridades de saúde, esperando que regresse o mais breve possível o tempo de voltarmos a uma vida minimamente normal.
Este ano, outra novidade é o salto de quase uma dezena de crianças a mais, em relação ao ano passado, passando de 83 para 92, números que não atingíamos desde há meia dúzia de anos. Para isso muito contribuiu a entrada de muitos alunos para o 1.º ano, num total de 18, quando a turma que saiu, do 4.º ano, tinha apenas 6. A escola do 1.º ciclo passou de 45 para 59 alunos. Só não foi maior a diferença, porque o Jardim recebeu menos crianças: 33, quando eram 38 em 2019.
Quanto aos formadores, temos as educadoras Dora Fernandes e Catarina Pereira no Jardim e, na escola, os professores Miguel Monteiro, Ana Rita Melo e Telma Cordeiro. Continuamos a não ter meninos suficientes para formar 4 turmas com os anos completos, pelo que se mantêm apenas 3 salas ocupadas, com a decisão sempre estranha de se juntarem dois anos. Este ano, ficou ainda mais estranho, com a divisão do 1.º ano em dois, para formar grupos em quantidades equilibradas, metade com o 2.º ano e outra metade com o 4.º ano.
Esperamos que, apesar de todas as contingências, seja mais um ano proveitoso para todos e que as nossas crianças possam crescer em conhecimentos, formação e humanidade.

LMF

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