>Onde estás liberdade tão desejada

>Onde estás liberdade tão desejada

>O País vive momentos de aflição,
Julgo que ninguém o conseguirá manter.
Cada vez é mais difícil viver,
O povo sofre tão lamentável situação.

E venha quem vier
Com palmo e meio de sorriso,
O povo diz que isso não quer,
Promessas não são preciso.

É a analisar primeiro
Que damos o justo valor,
Quem conseguirá viver sem dinheiro
Num país que continua a ter ditador?

É real que quem não tem dinheiro ralha,
Ainda temos esse direito como povo,
Cada vez se dá menos valor a quem trabalha,
Voltarei a falar de novo.

Portugal durante anos lutou
Para que tivesse liberdade,
E todo este tempo apenas nos enganou,
Julgo ser esta a pura verdade.

Um país só se pode construir
Quando a força não é em vão.
Quando o patrão ao empregado se unir,
Aí encontraremos um país de eleição.

Como poderá Portugal caminhar,
Enquanto se pensar em palácios e carro novo
E não os ordenados pagar?
A revolta será sempre do povo.

Já não há sentimentos no coração,
Enquanto tiver que trabalhar
E continuar a chamar patrão
A quem não quer o ordenado pagar.

José António Carreira Santos

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