>Voluntários organizaram visita pascal no Hospital das Brancas

>Voluntários organizaram visita pascal no Hospital das Brancas

>O Grupo de Voluntariado do Centro Hospitalar de Nossa Senhora da Conceição, nas Brancas, organizou uma pequena festa para os doentes ali internados, no dia 11 de Abril, inserida no contexto da celebração da Páscoa. A tarde festiva começou com uma pequena alocução ao simbolismo da Páscoa, pelo padre Joaquim Costa, que normalmente colabora no serviço religioso desta unidade de cuidados continuados. Seguiu-se a visita pascal, com o anúncio de Cristo ressuscitado levado a todos os doentes que o desejaram, incluindo os que estavam acamados.
De salientar, o momento emotivo vivido junto de uma utente em situação crítica de doença prolongada, que junto dos seus familiares viveu e sentiu de forma diferente a presença de Cristo nas palavras que lhe foram dirigidas pelo sacerdote.

Depois de terminada a vertente religiosa, iniciou-se a animação lúdica e um lanche de convívio, oferecidos pelas voluntárias da unidade a todos os doentes e familiares presentes.

Foi ainda oferecida a todos os doentes uma rosa amarela com um cartão que assinalava a data e que tinha uma citação de Fernando Pessoa: “Há duas formas para viver a sua vida: uma é acreditar que não existe milagre; a outra é acreditar que todas as coisas são um milagre”.

Proporcionar aos doentes uma vivência Pascal diferente, uma vez que se encontram impedidos de a viver nas suas casas, junto da sua família, foi o principal objectivo deste grupo de voluntárias, que tem para 2010 um programa de actividades multifacetado, sempre com o objectivo de proporcionar aos doentes a alegria possível dentro das limitações de saúde que vivem no momento. “Ajudá-los a ultrapassar a dor, ajudá-los nas suas dificuldades, limitações do dia a dia enquanto doentes, mostrar-lhes a esperança num amanhã diferente, é o grande objectivo do voluntariado deste Centro Hospitalar”, explicam as voluntárias, afirmando que “é uma tarefa que, exigindo muito no campo das emoções, resulta recompensada no sorriso que sobressai do rosto de quem sofre, de quem se sente dependente e às vezes até esquecido”.

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