>165 – Finanças

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>Por Anabela Lopes, TOC

Profissão da moda… fazer de morto!

Bom, desta vez e porque é altura de Carnaval, geralmente época de muitas diversões, resolvi deixar de lado as áreas das economias/finanças e afins, que por vezes só servem para nos deixar tristes e aborrecidos. Certamente que estamos todos fartos de ouvir falar da crise, do desemprego, do aumento dos combustíveis e outros que nem vale a pena relembrar. Quero apenas partilhar uma notícia que saiu recentemente na revista Focus e que achei, no mínimo, curiosa.

Nos Estados Unidos da América (EUA), parece que anda na moda fazer de cadáver. Séries televisivas como CSI, Mentes Criminosas, Bones ou Dexter têm sempre crimes e, com eles, mortes recheadas de mistério. Segundo o artigo, a profissão está mesmo a ganhar terreno nos EUA, à medida que as séries se multiplicam e ganham destaque nas preferências dos telespectadores.

Se pensamos que o papel não é exigente, então estamos completamente enganados. Em primeiro lugar, o actor é obrigado a suportar longas horas de maquilhagem, onde o sangue, ferimentos e arranhões têm de parecer o mais reais possível. Além disso, para se fazer passar por cadáver, é preciso aguentar longos períodos a suster a respiração e ser capaz de ficar imóvel durante o tempo necessário para os “doutores” da série realizarem as autópsias que vão ajudar a descobrir o assassino no final. Se consegue manter os olhos fechados sem mexer as pálpebras, então, é um candidato preferencial, já que muitos realizadores deixam os seus mortos de olhos abertos, tamanha é a dificuldade da tarefa.

E agora o mais interessante: por um dia de trabalho a fazer-se de morto, o actor ganha 100 euros, o que, em tempos de crise, representa uma poupança para a produção, já que um manequim criado para o efeito custa 5.000 euros.

Bom, espero ter deixado uma boa dica para quem anda à procura de trabalho. E já agora, inventem-se séries portuguesas, que candidatos de certo não faltarão.

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