Festival “Artes à Vila”: Batalha vibrou de cultura

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É um festival diferente, que merece já referência nacional. Música no património, exposições, documentários, visitas guiadas, conferências e oficinas diversas encheram a Batalha, de 27 a 30 de Junho, na 2.ª edição do “Artes à Vila”, um certame que se apresenta para “estimular e desafiar famílias e turismo para o usufruto do património material e preservar o património imaterial através da circulação de artistas e repertórios”.
Vencedor do “Iberian Festival Awards”, em 2018, na categoria de melhor novo festival nacional, o “Artes à Vila” deste ano voltou a apresentar artistas e obras da música tradicional portuguesa, jazz e músicas do mundo, com a novidade de convidar outra vila portuguesa com expressão cultural, Vila Nova de Cerveira, a apresentar em exclusivo a exposição “Volumes e interacções na história”, pela Fundação Bienal de Arte de Cerveira.
Foram quatro dias cheios, do quais destacamos os concertos de entrada livre com a qualidade de Ciranda, Tumbala, Catarata, Paulo Bragança, Por Terras Do Zeca, Academia Fernandes Fão, Pela Rua Fora, Celina da Piedade, Mad Nomad, Júlio Pereira (foto), Remexido, Orfeão de Leiria, 2 Chamadas Não Atendidas, Sete Lágrimas e Ahkorda. Um luxo que esperamos ver repetido.

Esclarecimento pela Fundação GDA: Europa financia artistas

A Fundação GDA – Gestão dos Direitos e Artistas organizou, no passado dia 28 de Junho, no Mosteiro da Batalha, uma sessão de esclarecimento sobre fundos europeus existentes e como podem ser usados para promover projectos de artistas da região de Leiria. Apresentado no âmbito do festival “Artes à Vila”, o programa intitulado “#makethemost – Fundos Europeus para as Artes e Cultura” visa influenciar a motivação, o conhecimento e a capacidade de detectar oportunidades de financiamento para projectos artísticos e culturais, fomentando o diálogo e a troca de experiências numa dinâmica continuada, através da realização de sessões informais, em espaços culturais privilegiados.
“Nesta sessão falou-se dos programas de financiamento disponíveis, mas também de bons e de maus exemplos, de projectos bem-sucedidos e de enormes falhanços”, refere Francisco Cipriano, mentor da iniciativa e consultor da Fundação GDA para a área dos fundos europeus. “São tudo excelentes exemplos de aprendizagem e, por isso, privilegia-se a apresentação de casos concretos, convidando para isso os seus protagonistas”, explica.
A iniciativa, criada há um ano e com seis sessões já realizadas, insere-se num conjunto de outras acções promovidas pela Fundação GDA no domínio dos financiamentos europeus, incluindo sessões de aconselhamento individuais, sempre com o objectivo de transmitir conhecimento aos artistas, tendo em vista a maximização das oportunidades de financiamento para os seus projectos.

LMF

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