Editorial 261 – (quase) tudo

Editorial 261 – (quase) tudo

Continuamos a viver tempos estranhos e de incerteza. Maiores aberturas, por um lado, os mesmos receios, por outro. A verdade é que continua (quase) tudo parado. A verdade é que, pelo menos, até final do Verão, não teremos vida. Sim, porque não há verdadeira vida sem abraços, de sorrisos escondidos pelas máscaras, com medos permanentes uns dos outros e de nós mesmos, porque ninguém sabe se terá “o bicho”. Ninguém sabe nada, é a sensação que se tem quando ouvimos políticos, médicos, biólogos, especialistas de todo o género de assunto a defendem uma coisa e o seu contrário. É pelo distanciamento social para evitar contágio ou contra ele para provocar imunidade de grupo, é pela máscara para proteger ou contra ela porque dá falsa segurança, é pela lavagem das mãos em álcool ou contra porque destrói a imunidade natural do organismo. Enfim, tempos estranhos.

Que nos resta? Apenas confiar e esperar que quem dirige os destinos colectivos saiba minimamente o que está a fazer. E nisto, convinha remarmos todos para o mesmo lado. Porque uns a fazer uma coisa e outros a fazer outra… só pode dar asneira. Resta-nos cumprir as regras comuns. É o mínimo (e o máximo) que podemos fazer.

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Até que fique (quase) tudo bem, vamos aguentando e preparando-nos para tempestades maiores que se adivinham, sobretudo a nível financeiro. E acreditar que, venha o que vier, a nossa capacidade de resistência haverá de saber vencer (mais) esta crise.

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