Festa da Santíssima Trindade: A minha primeira participação…

Festa da Santíssima Trindade: A minha primeira participação…

Foi com muita ansiedade e expectativa que esperei a realização da festa. Depois de dois anos na Batalha e sem conhecer ainda esta festa, esta expectativa foi muitas vezes acompanhada de algumas dores de barriga. Mas, à medida que vi o grupo dos nascidos em 70, 71 e 72 a crescer em número, em actividade e em entusiasmo, percebi que nada havia a temer.

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2022-06-11 Festa da Santíssima Trindade – Batalha – Sábado
2022-06-12 Festa da Santíssima Trindade – Batalha – Domingo
2022-06-13 Festa da Santíssima Trindade – Batalha – Segunda-feira

Tive de ir procurando ajustar-me ao que era a experiência das pessoas que há anos vivem este acontecimento. Fui também fazendo as minhas sugestões e propondo alguns ajustes. Não sabia, nem ninguém sabia se estes iriam resultar.
Não sei se resultaram. Mas o certo é que a beleza dos andores e ofertas e a alegria dos que as carregavam compensavam todo o empenho e esforço, e o trabalho de todos os que as prepararam era enorme.
O espírito que transparecia das celebrações, o ambiente criado na bênção das ofertas e andores, a missa de sábado com o mosteiro totalmente composto com tanta alegria, serenidade, a beleza dos cantos executados pelo nosso coro dos mais jovens… Que beleza! Louvei e dei graças à Santíssima Trindade por tudo o que nos proporcionou nesta celebração.
Depois o arraial, o jantar, a beleza das luzes, a alegria dos que se juntavam na casinha das filhós, mesmo a paciência e boa disposição de quem tinha de esperar para tirar a senha para o jantar. A música do serão. Era paz e harmonia no reencontro das pessoas, no convívio… Graças a Deus.
Mas o melhor estava guardado para o Domingo: o mosteiro, cheio que nem um ovo, a participação de todo o povo, as respostas na celebração, a beleza do canto sempre tão belamente executado pelo nosso coro (digno de um mosteiro).
Quantas vezes me comovi. Chegou a faltar-me a voz, a mim que costumo dizer que palheta não me falta. Faltou por vezes, mas foi de emoção…
Depois, a procissão do Santíssimo, a ido ao Carvalho do Outeiro, o almoço, o arraial, a venda dos bolos, os concertos belos da orquestra do Conservatório, o Rancho Rosas do Lena…
Na segunda, dia 13, foi celebrada a missa dos mordomos no auditório. A imperatriz aí se despediu com palavras simples, mas saídas do fundo do seu coração. À saída, num ambiente tão familiar criado pelos membros da comunidade paroquial, pelos festeiros nascidos em 1970, 71 e 72, estava a sardinha e o pernil a sair dos assadores. Era dia de Santo António.
Muito obrigado a todos os que se empenharam nesta realização que, de certeza, foi mesmo de louvor à Santíssima Trindade.
Pedimos à Santíssima Trindade que os frutos desta festa Lhe sejam agradáveis: comunhão, união, misericórdia, que conduzam à paz, à alegria, ao amor.
Esperamos que para o ano haja mais.
Os jovens de toda a paróquia nascidos em 1973 não deixarão de encontrar a melhor maneira de realizar a Festa em 2023.
Ainda não temos candidatos ao lugar de imperador. Quem terá a coragem e ousadia?

P. Armindo (Ecos do Domingo)

Prémios das ofertas
1.º – Ana Rita Bastos Rodrigues (Casal Franco)
2.º – Maria Vieira Conceição (Jardoeira)
3.º – Maria Luísa Pereira Silva (Golpilheira)
4.º – Rancho Rosas do Lena
5.º – Artur Jorge Henriques Monteiro (Golpilheira)
6.º – Maria da Luz Monteiro (Casal do Alho)
7.º – Sílvio Patrocínio (Jardoeira)


Contas (divulgadas pela paróquia)
Receitas: 40.779,19 euros
Despesas: 18.505,09 euros
Saldo: 22.274,10 euros

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