>164 – Poesia

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>Saudades

Cheira à saudade

Quem me dera cá a liberdade.

Sentir o antes que havia…

Hoje, tudo é magia!…

O passado é coisa tua

Foi sonhado, anda na rua…

Quem alcança é porque já foi criança!

Basta querer para o dizer.

Quem lavra a palavra amigo

Aceita o desafio…

Miguel Portela in “Diz Sempre que sim…”

Pela mão da fé uma lágrima

Minha Nossa Senhora,

Graças Te venho dar

Pela difícil hora

De me amparar.

A noite chegou,

E a triste hora chegava

Um carro me encadeou

E eu descontrolado me despistava.

O carro ficou destruído,

O azeite por terra espalhado

Mas feliz por ter vencido

Com o valor da fé a meu lado.

Alguém de grande poder,

Com mão de fé

Me aliviou o meu sofrer

Dou graças de continuar de pé.

Minha Nossa Senhora,

Confio no teu poder com devoção

É o valor de quem implora

Há força dada ao meu coração.

Estar vivo é ter calma,

É sentir algo sem igual

Tudo está guardado na alma

Só com uma grande força não correu mal.

Pelo acompanhamento na hora de aflição,

Resignadamente o meu muito obrigado

Aqui fica publicamente a minha gratidão

A todos com o carinho a mim dedicado.

Um abraço muito forte,

Pela grande união

Não era a hora da morte

Mas está bem presente a minha gratidão.

Especial agradecimento: A todos quantos me apoiaram no brutal acidente na estrada Padrão-Cardosos, a 15-11-2010, aos colaboradores do INEM, auxiliares e ex. médicos de serviço na urgência do Hospital Santo André, Leiria, Dr. Miguel Coelho e Dr.ª Sofia Alves, a todos um bem-haja.

José António Carreira Santos, Marinha Grande

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