31.ª edição do Festival Música em Leiria estreia a 1 de Junho e passa pela Batalha

31.ª edição do Festival Música em Leiria estreia a 1 de Junho e passa pela Batalha

A 31.ª edição do Festival Música em Leiria, o mais antigo festival de música do País a decorrer de forma contínua, arranca já a 1 de Junho com o espectáculo “Inside Music Machine – Anatomia musical: do visível ao invisível”, que promete desvendar aos mais curiosos o que acontece dentro do corpo do artista quando este actua em cima do palco.
Esta abertura, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, faz-se assim com um espectáculo invulgar, que junta três artistas: o violino, a música electrónica, o teclado e uma câmara termográfica, para mostrar a actividade neurológica e muscular, directamente e em simultâneo, no palco. “É um espectáculo inovador que, creio, em Portugal nunca foi feito”, salienta Miguel Sobral Cid, director artístico do Festival.
A programação deste ano desenrola-se em torno dos contrastes, com os binómios “rural/urbano” e “tradicional/contemporâneo”. Para Miguel Sobral Cid, director artístico do FML, este primeiro espectáculo desenvolve-se em torno de ambos os conceitos “foca-se no aspecto tecnológico e da contemporaneidade e urbanidade, mas o princípio continua a ser o da tradição, com um repertório que passa por Bach, música clássica e barroca”.
Ainda dando lugar à contemporaneidade, o FML assume-se este ano como embaixador do espírito empreendedor característico da região de Leiria, aliando e entrelaçando o empreendedorismo económico e empresarial, com o empreendedorismo cultural e artístico.

Concerto na Batalha
Como tem sido hábito de anteriores edições, também esta vai passar pela Batalha. Assim, no dia 2 de Junho, às 21h30, há concerto no Claustro Real do Mosteiro da Batalha.
O primeiro grupo a actuar será “Sete Lágrimas”, com voz e direcção artística de Filipe Faria e Sérgio Peixoto, e com Pedro Castro nas flautas de bisel e oboé barroco, Tiago Matias no alaúde, vihuela, guitarra barroca e tiorba, Mário Franco no contrabaixo e Rui Silva na percussão histórica.
Seguem-se as “Adufeiras de Monsanto”, com o espectáculo “Península Diáspora”, com um repertório de música tradicional ibérica, das épocas medieval, moderna e contemporânea.
Mais pormenores sobre a restante programação poderão ser seguidos em www.orfeaodeleiria.com .

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