Futsal Feminino – Júniores

Futsal Feminino Júnior

Campeãs distritais festejaram em casa

A equipa de futsal feminino júnior do Centro Recreativo da Golpilheira sagrou-se uma vez mais Campeã Distrital, desde a antepenúltima jornada. Esta equipa efectuou 14 jogos, conseguindo 13 vitórias e 1 empate, com 130 golos marcados e apenas 9 sofridos. É obra. O jogo da consagração foi disputado em casa, no Pavilhão Desportivo da Golpilheira, no passado dia 19 de Fevereiro.

 

Golpilheira – 17

Ribeira do Sirol – 0

Este último jogo do campeonato colocou frente a frente duas equipas com realidades bem diferentes. O jogo teve sentido único, apesar de ao intervalo estarmos a ganhar apenas por 4-0. No segundo tempo, o nosso domínio acentuou-se e conseguimos mais 13 golos. De realçar que Bea, no seu dia de aniversário, marcou 6 golos e Fabiana 4.

 

A festa

No final do jogo, atletas, directores, treinadora e adeptos e simpatizantes fizeram a festa. Foi distribuída a cada uma uma camisola com a gravação de mais este feito, para recordação.

Seguiu-se um lanche de convívio com alguns familiares, no salão de festas do CRG. A Bea, como aniversariante, levou um bolo com o qual todas as presentes se deliciaram. Em conjunto, cantaram-lhe os merecidos parabéns.

Esta é uma equipa muito unida, com a maioria dos pais a acompanhá-las. Aqui há atletas com talento para reforçar, mais ou menos a curto prazo, a nossa equipa sénior. Assim dá gosto trabalhar.

Agora, segue-se a Taça Nacional. Aguardamos a saída do calendário de jogos.

Manuel Carreira Rito

 

Taça Distrital

A derrota do desportivismo

Caranguejeira – 2/Golpilheira – 2

(2-1 nas grandes penalidades)

Realizou-se no passado dia 29 de Janeiro, no Pavilhão Desportivo da Caranguejeira, o jogo referente à meia final da Taça Nacional de Futsal Feminino. Era um jogo para a nossa equipa vencer. Começámos melhor e Bruna, num excelente remate, abriu o activo. Como lhe competia, a equipa da casa foi à procura do golo. Esta procura obrigava a subir as linhas, o que proporcionava rápidos contra-ataques da nossa equipa. Podíamos ter matado o jogo, tantas foram as oportunidades criadas. Como normalmente se diz na gíria, quem não marca sofre. Foi o que aconteceu, com a Caranguejeira a obter o golo do empate.

Antes do intervalo, surgiu uma situação caricata. Num ataque por parte do nosso emblema, uma jogadora da Caranguejeira caiu, ficando deitada no chão. O árbitro parou o jogo. A atleta foi assistida. A lesão não foi nada de grave. Na reposição da bola em jogo, a nossa jogadora afastou-se, no sentido de a jogadora adversária devolver a bola, ou enviá-la para fora, como é regra do desportivismo. Infelizmente, não foi isto que aconteceu. A atleta da Caranguejeira mandou um remate na direcção da baliza e a bola entrou. Não sabemos se foi por ingenuidade, ou propositadamente, que o fez. As jogadoras da casa nem sequer festejaram o golo e todos os presentes ficaram incrédulos. Poderia esperar-se que, na reposição da bola em jogo, as jogadoras da Caranguejeira se afastassem e permitissem a obtenção dum golo para a nossa equipa. Mas não foi isto que aconteceu. Talvez pela avidez dos seus responsáveis em ganhar o jogo a qualquer preço, o que não nos parece correcto. Onde é que está o desportivismo?

As nossas atletas não desistiram e foram à procura do golo. Perto do final, surgiu o golo merecido, apontado por Bea, colocando o marcador em 2-2. Seguiu-se o prolongamento de dez minutos, divididos em duas partes de cinco. Apesar das oportunidades criadas, não conseguimos marcar. Fomos para a lotaria das penalidades. Foi mais feliz a equipa da casa, concretizando duas penalidades e a nossa apenas uma. Eliminação injusta da nossa equipa.

MCR

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